Direito Previdenciário

Auxílio-Doença INSS: perícia negada não é o fim

A maioria das negativas da perícia médica do INSS pode ser revertida com recurso ou ação judicial. Não fique sem renda enquanto está doente — um advogado especialista pode garantir seu direito.

Perícia negada ou benefício cancelado?

Você tem prazo para recorrer — e pode ter direito ao pagamento retroativo desde a data da sua incapacidade. Não espere: o prazo para recurso é de 30 dias após a notificação do INSS.

ENTENDA O BENEFÍCIO

O que é o auxílio-doença e quando você tem direito?

QUEM ATENDEMOS

Você está em alguma dessas situações?

Atendemos trabalhadores que tiveram seu auxílio negado, cortado ou calculado errado — e também quem ainda vai dar entrada e quer fazer certo desde o início.

Perícia médica negada pelo INSS

O médico perito entendeu que você está apto, mas você não consegue trabalhar. É possível recorrer com laudo reforçado e orientação jurídica.

Benefício cancelado sem aviso ou explicação clara

O INSS cancelou administrativamente seu benefício e você ficou sem renda de um dia para o outro.

Alta precoce — foi mandado trabalhar antes de estar recuperado

Recebeu alta pelo INSS mas seu médico confirma que você ainda está incapaz. Há caminho jurídico para reverter isso.

Valor do benefício menor do que deveria ser

Erros no cálculo do INSS são frequentes. Analisamos o histórico de contribuições e buscamos a correção do valor.

Doença ou acidente — ainda não deu entrada

Está afastado ou prestes a pedir afastamento e quer garantir o benefício desde o início sem correr o risco de negativa.

Acidente de trabalho com negativa do INSS

Em acidente de trabalho não há carência mínima exigida. Se o INSS negou, provavelmente foi por erro ou falta de documentação adequada.

Doenças que costumam ser negadas — e que têm direito

O INSS nega auxílio-doença mesmo em casos de doenças graves. Veja algumas das condições que atendemos com mais frequência:

Câncer e quimioterapia

Hérnia de disco / lombar

Depressão e ansiedade grave

Insuficiência renal crônica

Sequelas de AVC / derrame

Fibromialgia

Diabetes com complicações

Doenças cardíacas

Doença de Crohn e colite

Esquizofrenia e transtorno bipolar

LER / DORT e tendinite

HIV/AIDS

Artrite reumatoide

Fraturas e pós-cirúrgico

Acidente de trabalho

Outras incapacidades temporárias

POR QUE A DI CARLO?

Por que ter um advogado ao seu lado faz diferença na perícia?

Preparação para a perícia

Orientamos quais documentos e laudos levar, como descrevê-los corretamente e o que o perito avalia — aumentando muito as chances de aprovação.

Recurso e ação judicial

Se a perícia foi negada, recorremos ao CRPS (Conselho de Recursos da Previdência Social) ou ingressamos com ação na Justiça Federal, preservando o direito ao retroativo.

Revisão do valor do benefício

Analisamos se o INSS calculou corretamente o seu salário de benefício. Erros no cálculo são comuns e podem significar centenas de reais a menos por mês.

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Atendemos em todo o Brasil sem necessidade de deslocamento. Você nos envia os documentos e nós cuidamos do processo enquanto você se recupera.

Os erros que fazem o INSS negar o seu auxílio-doença

Grande parte das negativas e cancelamentos poderia ser evitada. Estes são os principais problemas que encontramos nos casos que chegam até nós:

Laudo médico vago ou sem correlação com a incapacidade para o trabalho

Prazo de recurso perdido — muitos não sabem que têm 30 dias para contestar

Recolhimento de contribuições com falhas — períodos descobertos que prejudicam a carência

Benefício calculado com salários errados — reduzindo o valor recebido

Alta administrativa sem comunicação — trabalhador fica sem renda sem saber o motivo

Perguntas
Frequentes

O auxílio-doença (Benefício por Incapacidade Temporária) é pago pelo INSS quando você está temporariamente impossibilitado de trabalhar por doença ou acidente por mais de 15 dias consecutivos. Em geral, é necessário ter pelo menos 12 meses de contribuição ao INSS, mas doenças graves, acidentes de trabalho e algumas condições específicas dispensam a carência.

Sim. Você tem 30 dias após a notificação da negativa para interpor recurso ao CRPS (Conselho de Recursos da Previdência Social). Com um laudo médico mais detalhado e orientação jurídica, as chances de reversão são significativas. Além do recurso administrativo, é possível ingressar com ação judicial para garantir o benefício com retroativo.

O auxílio-doença corresponde a 91% do salário de benefício, calculado com base na média dos seus salários de contribuição. O valor mínimo é de 1 salário mínimo (R$ 1.518). Erros no cálculo são frequentes — muitos beneficiários recebem menos do que têm direito sem saber.

Isso é chamado de alta precoce e é um dos problemas mais comuns. Se seu médico confirma que você ainda não tem condições de trabalhar, é possível pedir nova perícia, interpor recurso ou ajuizar ação judicial para garantir a continuidade do benefício. Não retorne ao trabalho sem antes consultar um advogado especialista.

Sim, desde que você contribua como autônomo, MEI, contribuinte facultativo ou empregado doméstico. O que importa é ter contribuições suficientes ao INSS. Se você trabalhou com carteira assinada em algum período, esse histórico também é considerado.

Não. Em casos de acidente de trabalho ou doença ocupacional, não há carência mínima exigida. Mesmo quem contribuiu por apenas 1 mês tem direito ao benefício. Se o INSS negou nessa situação, provavelmente houve erro na classificação do acidente ou falta de documentação adequada.

Sim, e isso acontece com frequência. O cancelamento pode ocorrer por alta administrativa (o sistema corta automaticamente após determinado período), revisão do benefício ou conclusão da perícia. Se seu benefício foi cancelado, aja rápido — há prazo para recurso e, em alguns casos, é possível pedir liminar judicial para restabelecer o pagamento imediatamente.

Sim. Transtornos mentais como depressão grave, transtorno de ansiedade generalizada, síndrome do pânico e outros podem dar direito ao benefício, desde que comprovada a incapacidade para o trabalho. O problema é que o perito do INSS frequentemente subestima esses casos — a preparação do laudo psiquiátrico e a orientação jurídica são essenciais.

Não. Receber auxílio-doença e trabalhar simultaneamente pode resultar em cancelamento do benefício e até cobrança de devolução dos valores recebidos. Se você se sentir em condições de retornar ao trabalho, o correto é comunicar o INSS para que o benefício seja encerrado adequadamente.

Sim. Se ao longo do acompanhamento ficar comprovado que a incapacidade é permanente — e não mais temporária —, o auxílio-doença pode ser convertido em aposentadoria por invalidez (hoje chamada de aposentadoria por incapacidade permanente). Nossos advogados analisam o histórico e orientam sobre o melhor caminho.

Quem somos?

Paixão pela justiça e pelos clientes​

Na Di Carlo Advogados, acreditamos que cada cliente merece um atendimento jurídico próximo e personalizado.

Não somos apenas advogados resolvendo casos, mas parceiros que cuidam de cada detalhe legal para que você tenha tranquilidade e confiança.

Nossa equipe é formada por profissionais altamente qualificados, prontos para oferecer orientação clara e estratégica em diversas áreas do Direito.

Queremos que você se sinta seguro e bem informado em cada etapa do caminho.

Nosso compromisso é proporcionar um serviço eficiente, ético e focado em resultados, superando suas expectativas.

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