Direito Militar

Perdeu um militar da família e não sabe se tem direito à pensão?

A pensão militar por morte é um direito dos dependentes e não um favor da administração. Negativa de benefício, cálculo incorreto, exclusão de dependente ou demora injustificada no pagamento podem e devem ser contestados.

Atenção: o prazo para requerer a pensão e para contestar negativas é limitado. O não requerimento no tempo certo pode resultar em perda de parcelas retroativas. Se o benefício já foi negado ou está sendo pago com valor incorreto, há prazo para recorrer. Busque orientação jurídica antes que ele se esgote.

Entenda o Direito

O que é a pensão militar por morte e quem tem direito?

A pensão militar por morte é o benefício pago aos dependentes do militar (da ativa, reformado ou da reserva), após o seu falecimento. Diferente do INSS, a pensão militar segue regras próprias previstas no Estatuto dos Militares e na legislação específica de cada Força, com valores e critérios distintos conforme o regime do militar falecido.

Entenda o Direito

O que é a pensão militar por morte e quem tem direito?

A pensão militar por morte é o benefício pago aos dependentes do militar (da ativa, reformado ou da reserva), após o seu falecimento. Diferente do INSS, a pensão militar segue regras próprias previstas no Estatuto dos Militares e na legislação específica de cada Força, com valores e critérios distintos conforme o regime do militar falecido.

Quem Atendemos

Você está em alguma dessas situações?

Atendemos dependentes de militares das Forças Armadas, Polícia Militar e Corpo de Bombeiros que tiveram a pensão negada, calculada incorretamente ou que ainda não sabem como dar entrada no benefício.

 

O que ampara o direito à pensão militar por morte?

A pensão militar é regida por legislação específica e por garantias constitucionais. Estes são os principais fundamentos que podem ser invocados na defesa dos seus direitos:

Por que a Di Carlo?

Por que ter um advogado especialista faz diferença na pensão militar?

Análise do cálculo e das vantagens devidas

Verificamos a ficha financeira do militar, identificamos vantagens pessoais não incluídas na pensão e calculamos as diferenças retroativas, para que você receba tudo o que tem direito, não apenas o que a administração decidiu pagar.

Orientação no requerimento desde o início

Ajudamos a reunir a documentação correta, identificar os dependentes habilitados, definir o enquadramento adequado e protocolar o requerimento, evitando negativas por falha documental ou enquadramento incorreto.

Contestação de negativas e recursos

Se o benefício foi negado ou está sendo pago incorretamente, recorremos na via administrativa e, quando necessário, ajuizamos ação judicial (incluindo pedido de antecipação de tutela para que o pagamento correto comece o quanto antes).

Atendimento presencial em SP

Atendemos os dependentes de militares de todos os estados, com consultas por videochamada e envio digital de documentos. Em São Paulo, também oferecemos atendimento presencial. Assim, você conta com uma defesa especializada onde estiver, sem necessidade de deslocamento, ainda mais em um momento tão difícil.

Por que a Di Carlo?

Por que ter um advogado especialista faz diferença na pensão militar?

Análise do cálculo e das vantagens devidas

Verificamos a ficha financeira do militar, identificamos vantagens pessoais não incluídas na pensão e calculamos as diferenças retroativas, para que você receba tudo o que tem direito, não apenas o que a administração decidiu pagar.

Orientação no requerimento desde o início

Ajudamos a reunir a documentação correta, identificar os dependentes habilitados, definir o enquadramento adequado e protocolar o requerimento, evitando negativas por falha documental ou enquadramento incorreto.

Contestação de negativas e recursos

Se o benefício foi negado ou está sendo pago incorretamente, recorremos na via administrativa e, quando necessário, ajuizamos ação judicial (incluindo pedido de antecipação de tutela para que o pagamento correto comece o quanto antes).

Atendimento presencial em SP

Atendemos os dependentes de militares de todos os estados, com consultas por videochamada e envio digital de documentos. Em São Paulo, também oferecemos atendimento presencial. Assim, você conta com uma defesa especializada onde estiver, sem necessidade de deslocamento, ainda mais em um momento tão difícil.

Perdeu um militar da família e quer garantir seus direitos à pensão?

Nossa equipe analisa o seu caso e orienta sobre os valores corretos, os dependentes habilitados e os caminhos jurídicos disponíveis.

Os erros que fazem os dependentes perderem ou receberem menos na pensão militar

A maioria dos problemas que chegam até nós poderia ser evitada ou resolvida com maior facilidade se os dependentes tivessem buscado orientação jurídica antes. Veja os erros mais comuns:

❌ Aceitar o valor da pensão sem verificar se todas as vantagens do militar foram incluídas no cálculo

❌  Não requerer o benefício logo após o falecimento, perdendo o direito às parcelas retroativas

❌  Não contestar a negativa por acreditar que não há como reverter a decisão administrativa

❌  Deixar o prazo de recurso administrativo ou judicial esgotar sem tomar providência

❌  Não comprovar a união estável por falta de documentação (mesmo quando é possível fazê-lo por outras vias)

❌  Não verificar se o enquadramento da morte como “em serviço” foi aplicado corretamente

Perguntas
Frequentes

Sim, desde que comprovada a união estável. PMs e Bombeiros estaduais têm regimes próprios de pensão por morte, regidos pela legislação estadual de cada estado. A habilitação de companheiro(a) em união estável é garantida pelo ordenamento jurídico, mas pode exigir documentação adequada e, em alguns casos, ação judicial para reconhecimento. O valor e as regras variam conforme o estatuto do estado.

São regimes completamente distintos. A pensão militar é paga pelo sistema previdenciário militar — FUNPRESP ou pela própria Força/órgão —, segue o Estatuto dos Militares ou o estatuto estadual, e tem base de cálculo sobre os proventos do militar (não sobre salário de contribuição como no INSS). O valor tende a ser significativamente mais alto, especialmente em casos de morte em serviço. Militares não contribuem para o INSS como regra geral, portanto a pensão devida é a militar e não o benefício previdenciário do RGPS.

Não necessariamente. A regra geral é que filhos solteiros têm direito até os 21 anos, mas há exceções importantes: filhos inválidos ou com deficiência que os impeça de prover o próprio sustento mantêm o direito sem limite de idade. Além disso, algumas legislações estaduais ou normas específicas podem prever outras condições. Cada caso precisa ser analisado com base no estatuto aplicável ao militar falecido.

Sim, e significativamente. O militar falecido em serviço ativo, em decorrência de acidente de serviço, doença adquirida em função do serviço ou em combate tem a pensão calculada sobre a remuneração equivalente à reforma por invalidez, o que frequentemente resulta em valor maior do que a pensão calculada sobre os proventos da carreira até o momento do óbito. Esse enquadramento é frequentemente aplicado de forma incorreta pela administração, reduzindo o benefício dos dependentes.

Sobre os proventos de reforma que o militar recebia no momento do óbito, acrescidos das vantagens pessoais que lhe eram devidas. Se o militar era da reserva remunerada com paridade, os proventos devem ser reajustados na mesma data e no mesmo índice dos militares da ativa da mesma patente. Qualquer vantagem incorporada que não esteja sendo considerada no cálculo da pensão gera um crédito que pode ser cobrado retroativamente.

Em regra, sim, desde que o requerimento ou a ação judicial seja ajuizada dentro do prazo prescricional. Para ações contra a Fazenda Pública, o prazo geral é de 5 anos. Se o requerimento administrativo foi feito logo após o óbito e houve demora ou negativa da administração, as parcelas atrasadas devem ser pagas com correção monetária. O mais importante é não aguardar. Cada mês sem requerimento é um mês de benefício que pode ser perdido.

A união estável pode ser comprovada por uma combinação de documentos: declaração de IR com o falecido como cônjuge ou dependente, conta bancária conjunta, contrato de união estável lavrado em cartório, apólice de seguro com o companheiro como beneficiário, registros de residência comum, testemunhos e qualquer outro documento que demonstre a convivência pública, contínua e duradoura. Na ausência de reconhecimento administrativo, é possível ajuizar ação de reconhecimento de união estável post mortem.

Sim. Quando há mais de um dependente habilitado. Por exemplo, cônjuge e filhos menores, a pensão é dividida conforme as cotas previstas na legislação. Em geral, a pensão é rateada igualmente entre todos os habilitados da mesma classe. Com o desaparecimento de um dependente (maioridade de filhos, novo casamento do cônjuge em alguns estatutos), a sua cota é redistribuída entre os demais ou extinta, conforme o caso.

Depende do estatuto aplicável. Pela Lei 3.765/60 (que rege as pensões militares federais), o novo casamento ou união estável do cônjuge beneficiário não extingue o direito à pensão militar, diferentemente do que ocorre em alguns benefícios previdenciários civis. Entretanto, legislações estaduais podem ter regras distintas. Por isso, antes de qualquer decisão, é importante verificar a norma específica aplicável ao militar falecido.

Quem somos?

Paixão pela justiça e pelos clientes​

Na Di Carlo Advogados, acreditamos que cada cliente merece um atendimento jurídico próximo e personalizado.

Não somos apenas advogados resolvendo casos, mas parceiros que cuidam de cada detalhe legal para que você tenha tranquilidade e confiança.

Nossa equipe é formada por profissionais altamente qualificados, prontos para oferecer orientação clara e estratégica em diversas áreas do Direito.

Queremos que você se sinta seguro e bem informado em cada etapa do caminho.

Nosso compromisso é proporcionar um serviço eficiente, ético e focado em resultados, superando suas expectativas.

Entre em contato e descubra como podemos facilitar sua jornada legal, permitindo que você foque no que realmente importa: seu bem-estar e paz de espírito.

Quem nos contrata, recomenda!